O fracasso, o fracasso é a vitória e vice-versa. Porque parecem absolutamente iguais. O irrisório das coordenadas resumirem o mesmo de meter o dedo no nariz. E a rapariga sardenta com sorrisos de primavera, e essa? Daqui a algumas décadas estará tão vergada que nem uma muleta lhe valerá. É certo que poderia intervalar alguém entre noite e noite, alegria parca que vai ser rapinada. Depois vai engordar ou mirrar e ser digna de pena por um segundo.
E a pureza dos encantos, junto dos amantes podres, persegue-nos como se fossemos o alce na tundra, prestes a ser atado na brancura. O grande alce negro com os olhos atravessados de histórias para deitar no lixo da mercearia. Isto, logo num encontro marcado desde os primeiros gritos do nascimento.
E as práticas boas ou más, são canecas vazias. Perdão. Perdão? Eu que nem sei como pedir perdão ou a quem, pelo que se distinguiu dos actos ter sido apenas a fuga. E a história da rapariga e o alce na tundra formarem parágrafos semelhantes.
Uma e outra coisa igual uma e outra coisa igual uma e outra coisa igual umaeoutracoisaigual, uma e outracoisaigual
Agora vou fazer algo de importante ou nem por isso, comparar-me a formigas vadiando nas prateleiras da cozinha.
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