Fragmentos de uma merda que escrevi a caminho de casa. obscuros fragmentos. denotam banalidades, riscos insignificantes de preconceitos. uns quantos riscos pretos num boi preto. tudo hoje me transmite o mediocre que próprio sou, o sublime ignominio a compassar o resto de migalhas no entrudo corrente. um pouco de sabão azul por extenso? nos transportes públicos arreganha-se a tacha e olha-se para botões, e ainda se escrevem inconsequências de pato. a consciência está feita nestes trâmites. aqui estamos.
de súbito irrompe um ciganito a bater pandeiretas, os acordes ressoam na cloaca do metro, e um refrão de obrigados e felizes quaisquer.e mesmo com erros de gramática, aqui está, ao menos, o conciso do que faz, quem mal ou bem seja honesto consigo e certo do que for.
de súbito irrompe um ciganito a bater pandeiretas, os acordes ressoam na cloaca do metro, e um refrão de obrigados e felizes quaisquer.e mesmo com erros de gramática, aqui está, ao menos, o conciso do que faz, quem mal ou bem seja honesto consigo e certo do que for.

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