Hoje o entendimento está cansado e incipiente, não sabe ler nem escrever na exuberância através dos olhos de porco. A renascença, depois de calçar as pantufas (a custo), é nula. É espírito de sonhos esculpindo dedos a significar silêncio na boca, é a saudade do sentido torcendo a coqueteria do ser. o dejecto dos comprimidos é engolido no ritual de empata grito em muletas.
A pluma tocou a testa num arco de luz baça, a profecia que suou o esqueleto de cal. ele vai Comprar logo o bilhete de comboio para junto daquela praia tempestuosa, as esplanadas fechadas e os guarda-chuvas destruídos, um homem estendido numa cadeira de lona alheio aos sobretudos que voam e às perucas que rastejam p´lo chão a braçadas.
Num certo sentido as coisas continuam as mesmas, apenas a vibração subtil nos bate nos ombros, com o pâpillon heraclitiano; já não precisamos de esperar, de balir em cordeiro: o ípsilon é-nos atribuído com a certeza inescapável para rebanho.



