Decerto que as auroras escondem o segredo da antecedência obscura. Semiótica partilhada, uma simbiose de castanho cor de terra com rabiscos de trama barroco. Sem que algo tenha sido pedido, prenunciado somente num sistema fechado e aberto de devoramento. Assobios na clareira diminuta da esperança, assobios falhos e suor de mendigo. Concreto e fluído rumor dos entes que não couberam em nenhuma proposição, porque marcam a terra com outras preocupações sem conceito de espécie ou classe, sem engano, os concretos definidores não-designados. Seja em espirito ou em carne, labirinto com ámens de oráculos e notas cacofónicas.parecendo sem nome, sem casa, sem par de cuecas seu, os mais francos exemplos de criatura, e os que, num rasgo de duplo sagrado designam as classes donde foram corridos a pauladas.
esse bando de bêbados atravessa a planície dos mistérios irrefutáveis, tendo qualquer pretensão de negociar com o valor do sitio acabado sempre em negação deles mesmos, os histéricos bêbados, e afirmação da humanidade. que estes sairam do ventre materno, sem novidade. algumas marcas de suplicio exercitam jargões amplos, e variadas tropelias de aspecto os definem mais humanos que hipócritas, só os bébés o sabendo melhor "vindo a este mundo sempre a chorar". aqui tanto trabalho para semi-plagiar um dito de shakespeare, ou para produzir parágrafos de má literatura. então ao menos fique a homenagem áqueles que como acabados de nascer, são puros . os pobres diabos que ainda aguentam a vontade de se mascararem de nulos importantes.

