Através da vontade caminham as éticas ininteligiveis da fúria erótica. A sublimação das aparências não se verifica, é impossivel, final como o ponto final. O falo e a espada dominam as peliculas impenetráveis, hymem que não rasga e não dá criação. Por assumir o verdadeiro ensejo, de que o bastidor repleto manca de piolheira na cabeça da inteligência. somos furibundas máscaras de nêmesis entre uns.Estudar o quê quando apetece perseguir fêmeas pudendas? cometer uma bondade quando quero roubar pão ao pobre? E quando interpelados produzimos mentiras: ia a correr para apanhar um autocarro, não estava a gritar. quem defecou em cima da criança foi o fantasma da minha imagem.
e Quantos definham no colo das mães enquanto especulamos, fintando a nomenclatura sincera, se somos maus ou bons, e que propósitos. As acções são egoicidades, um olhem para mim que me ponho em bicos de pés, e nem mesmo ensaio de couchon. as vontades e as acções animalescas enrolam-se mitologicamente no sub-consciente e conversam alegremente com homicidas, mitos de duplo. sombras.
ao lado uma mulher a passar em foco ofusco com a bilha de água na cabeça, e um pacóvio montado num burro. atenção. a caverna de Platão ainda tem espaço para os que hão de vir. Espaço para emparedar as efabulações da voz.

0 comentários:
Enviar um comentário