Herberto bateu a porta e saiu para a rua, com intenções de caminhar para aquele sitio. O sitio dos poentes sem eco melancólico a olhar para os pés. Dali pensava que o mundo se resumia a jogo de opas, naipes de coração. o espirito que baralhava as cartas no sono da sua vida como imenso polegar sobre duplas de formiga.Mas ele possuía a vitória do poema inútil para ti, para si. a corça dourada o unicórnio azul. o estágio pleno Quase a vincar rosa seca num aspecto de recompensas absolutas para centros de labirinto.
Dito isto, atirou as chaves de cousa qualquer para o rio, despiu-se, descalçou os sapatos e dobrou a roupa. e no poente deixou a beleza operar com vermelhos laranja. Á laia da humanidade acariciou os seios da morte fodida.
decorreu naturalmente, carbonizado e afogado p´los Morfeus de certo deslindar dourado. conquanto o ouro de várias vidas se apresentasse ao pensamento.
perante a ocorrência só poderia optar pela deslumbrada erecção. o resto lhe perdoará a superioridade de facto ou não lhe perdoará, mas isso já é assunto para os dias sem poente. os dias seguidos onde bocejam inactivas as argilas de que modelaremos bonecos extemporaneos.

1 comentários:
este deâmbulo do herberto anda muito em volta. se te apetecer, envia (incomunidade@gmail.com)algum texto teu para publicação na incomunidade.
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