
Para tudo nenhum conjunto é válido. se forem lá, enfileirados como marrecos, os pontos de fuga ir-se-ão apresentando com a imodesta imagem, necessariamente plástica, do não-dualismo cada vez mais esconso e marsupial. Na bolsa do canguru estreitam-se os corredores e as portas da percepção, e as crias, feitas do ar e do pó, se não tiverem objectos de distracção, tradicionalizam-se em velhos dâimons da tragédia grega. contudo, estes intermediários, de coisa alguma, transmitem a bonecos de papel ou silhuetas na parede o que o universo fidedignamente lhes deu para ninguém entender. sendo essa a doutrina exacta, a incompreensão está portanto indicada para a resolução de ambos os aspectos: a matéria e o espirito.

1 comentários:
gosto do que escreves. li os teus blogs hoje.
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